quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Bullying - Um desafio para a escola


     Papel da escola


"A escola que afirma não ter bullying ou não sabe o que é ou está negando sua existência", diz o médico pediatra Lauro Monteiro Filho, fundador da Associação Brasileira Multiprofissional de Proteção à Infância e Adolescência (Abrapia), que estuda o problema há nove anos. Segundo o médico, o papel da escola começa em admitir que é um local passível de bullying, informar professores e alunos sobre o que é e deixar claro que o estabelecimento não admitirá a prática - prevenir é o melhor remédio. O papel dos professores também é fundamental. "Há uma série de atividades que podem ser feitas em sala de aula para falar desse problema com os alunos. Pode ser tema de redação, de pesquisa, teatro etc. É só usar a criatividade para tratar do assunto", diz.

[Revista 
Nova escola]

Baixa autoestima

"O bullying está relacionado ao desenvolvimento de baixa autoestima, ao isolamento social e à depressão. Influencia a capacidade produtiva do adolescente-vítima, enquanto o agressor pode ser levado a adotar comportamentos de risco durante a fase adulta, como alcoolismo, dependência de drogas e até mesmo o uso da violência explícita."

[Aramis Lopes, coordenador do Programa Anti-Bullying da ABRAPIA, in Universia]

Cyberbullying

A prática do cyberbullying, ou intimidação virtual, representa um dos maiores riscos da internet para 16% dos jovens brasileiros conectados à rede. Isso é o que mostra uma pesquisa realizada em fevereiro de 2010 pela Safernet, ONG de defesa dos direitos humanos na internet, envolvendo 2.160 internautas do país com idades entre 10 e 17 anos.

Esse mesmo estudo indica que 38% dos jovens reconhecem ter um amigo que já foi vítima de cyberbullying - quando sofrem atitudes agressivas, intencionais e repetitivas no universo virtual, vindas de uma pessoa ou de um grupo. Os números mostram, no entanto, que apenas 7% dos entrevistados já ouviram o desabafo de seus amigos sobre a vivência de situações de agressão e humilhação na internet.
[Juliana Carpanez, UOL Tecnologia]
Observações
  Seu texto deve ser escrito na norma culta da·  língua portuguesa;

  Deve ter uma estrutura dissertativa;·

  Não deve estar redigido em forma de poema· (versos) ou narração;

  A redação deve ter no mínimo 15 e no máximo· 30 linhas escritas;

 · Não deixe de dar um título a sua redação.

PROPOSTA 2 - Narração
                                                         

Você tem medo de quê?

              O coração dispara e a respiração se torna ofegante. Ondas de calor percorrem todo o corpo, as mãos tremem e a transpiração é tão intensa que as pessoas logo percebem sua agitação.
              Você tem tudo na ponta da língua para a reunião, mas, na hora H, mal consegue balbuciar uma ou duas palavras. E aquela sua grande idéia, que você não teve coragem de apresentar ao longo do encontro, é finalmente sugerida por um colega e saudada por todos como a grande solução do problema. A reunião termina e você permanece ali, frustrado e sentindo-se um completo incompetente. Uma única pergunta o atormenta: Por que eu não falei? Por quê?
              A maior parte dos medos relacionados ao dia-a-dia faz parte de um dos grupos mais comuns de fobias, chamadas de sociais. O fóbico social tem dificuldade de se relacionar, não consegue olhar nos olhos de seu interlocutor, conversar naturalmente com seus superiores, falar em público, apresentar idéias ou sugestões, compartilhar tarefas. A característica mais marcante desse tipo de fobia é o medo que a pessoa tem do julgamento dos outros.

Escreva uma narração cujo protagonista levado pelo medo, envolve-se em uma situação
cômica ou desagradável. Narre em primeira pessoa

Observações


  Seu texto deve ser escrito na norma culta da  língua portuguesa;

  Deve ter uma estrutura NARRATIVA

  Não deve estar redigido em forma de poema (versos);

  A redação deve ter no mínimo 15 e no máximo 30 linhas escritas;

  Não deixe de dar um título a sua redação

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